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Carlos Alberto Mano Prieto - ( Gigi)

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A escolha de Sofia
camisa 10
 

Parodiando o tema, acho que seria precipitado por parte do Santos F.C. mandar também para a câmara de gás o único que lhe restou. Sou radicalmente contra a busca de um figurão (entenda-se um treinador caro), quando a solução caseira, a esta altura do campeonato, seria o mais racional e lógico, tendo em vista um grupo já formado e com suas estrelas bem definidas.

Me nego terminantemente a aceitar chavões como: “precisamos contratar um técnico com experiência em Libertadores”. Sobre esta ótica, os clubes europeus que disputam várias copas quantos treinadores teriam que ter?

Deixo a pergunta no ar, o que difere uma copa de outra? Portanto, como o Santos F.C.  tem o privilégio de ser formador de talentos, basta alguém de bom trato e disciplinador, mesmo porque,  grande parte do elenco advêm das categorias de base.

Considero estranha essa necessidade urgente que tem os diretores dos clubes considerados grandes na reposição de seu treinador. Agindo desta forma acabam super valorizando e inflacionando  cada vez mais este mercado. Sobre esta postura me deixa a dúvida da rejeição daqueles que primam pelo respeito e dignidade nesse incompreensível e suspeito bastidores do futebol.

Isto me faz lembrar dos bons tempos em que o Lula, no sentido figurado é lógico, entregava em mãos a camisa de número dez, e o resto jogava para o alto. Isto quer dizer que hoje o novo treinador só terá que entregar em mãos a de número 10 e 11, sem menosprezar o resto do elenco, é claro.

Abrindo um parênteses, fico imaginando como o Mano deve estar se sentindo tendo que dar o castigo para o moleque e se privar do seu jogo. Não entendo quem ele foi observar na partida do Santos contra o Cruzeiro,  a não ser que queira naturalizar um argentino, ou, na verdade, ele foi matar saudades do futebol do Neymar. E como bom técnico que ele é, usando uma expressão dos boleiros da antiga, ele bem sabe que o menino é “bicho garantido”.

Fechando o parênteses, não nos esqueçamos do acontecido com o Jorginho, no Palmeiras, e Andrade, no Flamengo. O importante é ter uma assessoria competente, coisa que a própria diretoria teria capacidade para designá-la. Sendo que, começaríamos a criar uma nova mentalidade dentro do futebol, chamando para si a responsabilidade de formar sua própria equipe técnica, e não ficar a mercê da individualidade de um treinador. Assim, além de termos um controle mais direto do comando, estaríamos na vanguarda sobre o conceito de time empresa.

Porque não aproveitamos o ensejo e iniciamos um movimento para trazermos a uma realidade econômica mais compatível com o futebol brasileiro. Portanto, deveríamos dar um basta a certas exigências descabidas, como a contratação de toda uma equipe técnica acoplada ao treinador, bem como os dirigentes serem mais resistentes quando os resultados não aparecem de imediato.

Veja como exemplo o caso do Palmeiras que paga em sua folha mensal nada menos do que três treinadores: Felipão (até quando?), Muricy e Vanderlei(ex-Wanderley).

Abraços do Gigi

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